Maçonaria Mista na Bahia

quinta-feira, 7 de junho de 2012

SABEDORIA, FORÇA E BELEZA

A simbologia Maçônica é riquíssima de detalhes, sistematizados, pela história, pelo esoterismo, e pelas veias profanas, visto que a Maçonaria é uma instituição embasada na vida real, nos aspectos divinos e materiais, e, portanto harmônicos.
A sociedade maçônica pode se deleitar em seus ensinamentos, visando o aprimoramento do ser humano, independente de raça, credo ou gênero. Somos partes de um todo perfeito.
Para ser maçom, depende de dois critérios norteadores, o primeiro, ser sensível ao bem, e, portanto se desdobra aí, uma percepção de retidão e fidelidade, o segundo pelo desejo de tornar feliz a humanidade e então outro desdobramento se faz presente, a caridade emanada não pela esmola, mas pela sensibilidade em ver no outro um pedido de ajuda, emocional, material ou espiritual, caridade é mais que beneficência, é o AMOR ao IRMÃO em Cristo.
Na Maçonaria existem diversos símbolos de caráter constitutivo e um deles é a base da filosofia universal, SABEDORIA, FORÇA E BELEZA, que maçonicamente representam o sustentáculo da Loja.
 
As Colunas denominadas SABEDORIA, FORÇA e BELEZA sustentam a Loja, baseadas nas edificações do Templo do Rei Salomão, um dos primeiros locais de Culto Divino que se tem conhecimento, erguido sob os auspícios de HIRAM-ABI, profundo conhecedor da tríade: SABEDORIA, FORÇA e BELEZA.
Esse Templo foi fundado com base no Tabernáculo, erguido por Moisés, para receber a Arca da Aliança e as Tábuas da Lei, pactos feitos entre os homens e Deus. 
As colunas denominadas: Jônica, representando a Sabedoria; Dórica, significando a Força e a Coríntia, simbolizando a Beleza, são os sustentáculos de toda Loja Maçônica.
Todo Maçom deve ter as qualidades da Sabedoria, que orienta, da Força, que executa e da Beleza, que embeleza as ações, para que possa realizar com exatidão os seus trabalhos de fraternidade, caridade para com a sociedade.
Como ser maçom impetrando num Templo vivo as imperfeições da vida profana, porque não consegue derrubar as hidras ou os maus companheiros? Como manter em pé o mal quando vivemos e aprimoramo-nos para o BEM?
O ser maçom deve antes de tudo vencer e dominar seus maus instintos, que sem ao menos acorrentados destroem o laço que une os irmãos, como a inveja, o orgulho, a vaidade, somos irmãos primeiro em Cristo e, portanto devemos agir, como irmãos.
O tal reconhecimento que tanto conclamam aos quatro ventos do planeta, esqueçam, fortifiquem suas colunas da SABEDORIA, FORÇA E BELEZA, e testemunharão o desdobramento da resiliência.
Resiliência enquanto capacidade concreta de retornar ao estado natural de excelência, superando uma situação critica.
Segundo dicionário Aurélio, é a propriedade de pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão pois significa a capacidade humana de superar tudo, tirando proveito dos sofrimentos, inerentes às dificuldades.
Ser maçom é ser resiliente, ser paciente e, portanto, progressista.

Nenhum comentário:

Postar um comentário